Antena de Florianópolis que integra rede do SGDC começa a ser instalada

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Técnicos e engenheiros atuam na construção da antena de Florianópolis - Foto: TelebrasTécnicos e engenheiros atuam na construção da antena de Florianópolis - Foto: Telebras

Teve início a montagem da antena da Estação de Acesso, também chamada gateway, de Florianópolis (SC), que faz parte da rede de estações terrestres que fazem o tráfego de dados do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O equipamento, de 13 metros de diâmetro, veio da China.


“É realmente impressionante a tecnologia envolvida na fabricação e montagem dessa antena. Ao todo, são 65 toneladas de equipamentos”, explica o engenheiro Lúcio Carvalho, da Telebras.


A antena na capital catarinense se junta às que já estão instaladas em Brasília (DF) e no Rio de Janeiro (RJ). Nas próximas semanas, outras duas antenas de grande porte em Banda Ka vão começar a ser montadas, em Salvador (BA) e Campo Grande (MS).


O SGDC é o primeiro equipamento geoestacionário brasileiro de uso civil e militar e será integralmente controlado pelo Brasil. Ele é fruto de uma parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Ministério da Defesa, e envolve investimentos de R$ 2,7 bilhões.


Adquirido pela Telebras, o artefato tem uma banda Ka, que será utilizada para comunicações estratégicas do governo e implementação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) – especialmente em áreas remotas –, e uma banda X, que corresponde a 30% da capacidade do equipamento, de uso exclusivo das Forças Armadas.


Além de assegurar a independência e a soberania das comunicações de defesa, o acordo de construção do satélite envolveu largo processo de absorção e transferência de tecnologia, com o envio de 50 profissionais brasileiros para as instalações da Thales Alenia Space, em Cannes e Toulouse, na França. São especialistas oriundos de órgãos como a Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) – ambas entidades vinculadas ao MCTIC –, além do Ministério da Defesa e das empresas Visiona e Telebras.


Esses profissionais, engenheiros e técnicos, puderam aprender a operar e controlar o equipamento em solo. Este trabalho será feito por militares a partir do VI Comar e da Estação de Rádio da Marinha, no Rio de Janeiro (RJ).


(Agência ABIPTI, com informações do MCTIC)

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