Nova etapa do Start-Up Brasil tem edital de R$ 9,7 milhões

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MCTIC já aportou até o momento R$ 34,7 milhões em projetos de PD&I de startups - Foto: Ricardo Fonseca/ MCTICMCTIC já aportou até o momento R$ 34,7 milhões em projetos de PD&I de startups - Foto: Ricardo Fonseca/ MCTICO Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) lançou, nesta quinta-feira (10), uma nova etapa do Programa Start-Up Brasil, com edital de R$ 9,7 milhões para selecionar 50 projetos de empresas nascentes de base tecnológica, com aceleração em 2017 e 2018. Cada startup deve receber até R$ 200 mil em bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A chamada fica aberta até 25 de setembro.

As 50 startups selecionadas deverão se associar às aceleradoras qualificadas pelo Programa. Ao todo, 2.855 propostas se submeteram a iniciativa. O recurso, oriundo do orçamento do MCTIC, contemplou startups de diversos segmentos da economia, como educação, saúde, agronegócio, biotecnologia, varejo e logística.

O Start-Up Brasil já executou dois ciclos de aceleração, de 2013 a 2015, quando houve apoio a 183 startups, distribuídas por quatro turmas de 17 estados e 13 países. Até o momento, o MCTIC aportou R$ 34,7 milhões a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) de startups de tecnologia da informação (TI). A iniciativa alavancou cerca de R$ 103 milhões em investimentos privados e gerou mais de 1.200 empregos diretos.

"Estamos entrando no terceiro ciclo de um programa que tem sido muito bem sucedido. E agora, nessa nova fase, com a experiência acumulada nas anteriores, com certeza o Brasil vai colher mais resultados, a exemplo da geração de empregos e riquezas. Com a seleção desses projetos, teremos a oportunidade de constatar mais uma vez a vocação brasileira para a inovação", disse o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab.

Para o secretário de Política de Informática do MCTIC, Maximiliano Martinhão, o ecossistema apoiado pelo programa tem capacidade de realizar um movimento anticíclico perante a crise. "Enquanto diversas empresas enfrentam dificuldades, as startups têm crescido e competido nos mais variados setores. Elas criam negócios digitais e novos modos de produzir e se relacionar economicamente", apontou. "O setor avança rapidamente, e hoje o país já tem mais de 4,5 mil startups, 300 incubadoras, 25 programas e 40 aceleradoras."

De acordo com o MCTIC, o Start-Up Brasil promoveu integração entre empreendedores de todo o território nacional, com destaque à presença de empresas e aceleradoras das regiões Norte e Nordeste, que, a partir do segundo ciclo, ganharam espaço no ecossistema empreendedor.

Criado em novembro de 2012, o Start-Up Brasil agrega um conjunto de atores em favor do empreendedorismo de base tecnológica. O Programa do governo federal tem como objetivos apoiar projetos de PD&I de startups de TI e contribuir para o desenvolvimento do ecossistema. A iniciativa cria, ainda, momentos de interação por meio das redes sociais e de uma série de eventos, como as feiras chamadas de Demo Days, para exposição das startups que estão em busca de investimentos para alavancagem dos negócios.

Para mais informações, acesse a chamada pública aqui.

(Agência ABIPTI, com informações do MCTIC e Start-Up Brasil)


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