Estudo técnico aponta áreas prioritárias para desenvolvimento da IoT no país

C&T Gestão - Gestão

 

Cidades inteligentes, saúde e rural devem ser as áreas prioritárias para iniciativas e políticas públicas que visem ao desenvolvimento da Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) no país, de acordo com as conclusões da segunda fase do estudo técnico “Internet das Coisas: um plano de ação para o Brasil”, divulgado nesta quinta-feira (6), no Rio de Janeiro (RJ). O levantamento é coordenado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Além dessas três áreas, foram definidos os segmentos das indústrias de base (Petróleo & Gás e Mineração) e manufatureira (Têxtil e Automotivo) para compor o rol de prioridades, como setores mobilizadores para a indústria em geral. Esses quatro segmentos foram escolhidos devido à sua relevância para a economia brasileira e por sua agenda de inovação já em curso.

Em paralelo, foram definidas frentes de trabalho que estão presentes em todos os segmentos. Entre elas estão capital humano; investimento, financiamento e fomento; ambiente de negócios; governança e internacionalização; infraestrutura de conectividade; aspectos regulatórios; privacidade de dados; e segurança de dados.

As conclusões do estudo – que é financiado pelo BNDES e está sendo desenvolvido por um consórcio liderado pela consultoria McKinsey, com a participação da Fundação Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (Fundação CPqD) e do escritório de advocacia Pereira Neto Macedo – vão subsidiar o Plano Nacional de Internet das Coisas, que deverá ser anunciado pelo MCTIC até o fim do ano.

A terceira e última fase do estudo técnico está prevista para ser concluída em setembro. Ela deverá definir os planos de ação de cada frente de trabalho sugerida para o Plano Nacional de Internet das Coisas.

De acordo com o BNDES, a aspiração do plano, definido a partir de contribuições da sociedade recebidas pela Internet e diversos fóruns de discussão, é “acelerar a implantação da Internet das Coisas como instrumento de desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira, capaz de aumentar a competitividade da economia, fortalecer as cadeias produtivas nacionais e promover a melhoria da qualidade de vida”.

(Agência ABIPTI, com informações da Agência Brasil e BNDES)

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