Fonte solar fotovoltaica representará 7% da matriz energética até 2026, prevê MME

C&T Meio Ambiente - BR

 

A produção de energia solar fotovoltaica ainda está em estágio inicial no Brasil, se comparado a outras nações. A energia fotovoltaica representa no país apenas 0,02% em relação à matriz energética nacional. Contudo, a previsão do Ministério de Minas e Energia (MME) é que a fonte solar representará 7% de toda a energia produzida pelo Brasil até 2026.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (5), em audiência pública promovida pela Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados. O representante do MME, Carlos Alexandre Pires, assegurou que há uma expansão de linhas de transmissão de energia fotovoltaica. Ele disse que, em curto prazo, esse tipo de geração será a mais desenvolvida no país.

“Num futuro próximo, em até 2026, estimamos que, no Plano Decenal de Energia, haja uma introdução razoável da energia solar fotovoltaica. A meta é que ela tenha uma ordem de grandeza semelhante à de energia eólica”, afirmou Pires. “A previsão é que a energia eólica atinja 12% da geração de energia e a solar fotovoltaica represente 7%”, ressaltou.

Para a superintendente adjunta de Concessões e Autorizações de Geração da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Ludmila Lima da Silva, o Brasil ainda precisa de mais investimentos na área e que há muito o que evoluir. “A energia fotovoltaica representa apenas 0,02% em relação à matriz energética nacional. É um percentual muito inferior às energias hidrelétricas e termelétricas”, comentou.

Entrave

O gerente do Departamento de Geração Solar da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), José Bione de Melo Filho, apontou que um dos entraves para a expansão da geração de energia fotovoltaica é o mito de que, em lugares onde há menos radiação solar, esse tipo de distribuição de energia não é efetivo.

“É por isso que, no Brasil, os locais onde há mais linhas de transmissão de energia solar fotovoltaica são nos estados do Nordeste, sobretudo o estado da Bahia”, explicou.

No entanto, ele assegurou que projetos de expansão podem ter êxito também em locais mais chuvosos. “É preciso lembrar que esse é o tipo de energia que mais cresce no mundo, pois estão entendendo que é uma fonte de energia sustentável de fácil instalação”, destacou Bione.

(Agência ABIPTI, com informações da Agência Câmara de Notícias)


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