Senado aprova acordos entre Brasil e Rússia sobre tributação e defesa

C&T Política - BR

O Plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (24) dois acordos internacionais entre Brasil e Rússia, com o objetivo de evitar a dupla tributação e a evasão de divisas, e também a cooperação em assuntos de defesa com base na reciprocidade. Os textos aprovados serão encaminhados à promulgação da Presidência da República.

 

O Projeto de Decreto Legislativo (PDS) 25/2017 ratifica o texto da Convenção entre Brasil e Rússia, assinado em Brasília em novembro de 2004, e busca estabelecer regras para evitar a dupla tributação em matéria de impostos sobre a renda e o imposto russo sobre o lucro das organizações. A convenção se aplica também a quaisquer impostos idênticos ou substancialmente similares que forem adicionados por qualquer dos países.

 

A Convenção estabelece ainda regras quanto à tributação de serviços profissionais independentes; aos professores e pesquisadores; aos rendimentos de emprego; às remunerações de direção, de artistas e desportistas; às funções públicas; às pensões; e aos estudantes e aprendizes. O documento ainda cria normas para tributação de rendimentos do transporte marítimo e aéreo internacional, para rendimentos imobiliários, lucro de empresas, dividendos e empresas associadas.

 

Já o Projeto de Decreto Legislativo (PDS) 22/2017 ratifica acordo que tem como objetivo o desenvolvimento da cooperação em assuntos de defesa com base na reciprocidade e no interesse comum entre Rússia e Brasil. A cooperação deve ser feita, principalmente, por meio da troca de informações sobre aspectos político-militares da segurança global, pelo aperfeiçoamento da colaboração em questões jurídicas relacionadas à função militar e a partir do desenvolvimento de relações nos campos de medicina, história e cultura militares e de topografia e hidrografia.

 

O acordo entre Brasil e Rússia ainda prevê o intercâmbio de conhecimentos e cooperação nas atividades de manutenção da paz; operações de paz da Organização das Nações Unidas; busca e resgate marítimos; experiências em educação e formação do pessoal militar; cooperação no emprego e na operação de sistemas técnicos e equipamentos relacionados com a defesa.

 

A colaboração entre os países será feita por meio de visitas de delegações civis; participação de exercícios militares; reunião de trabalho ou intercâmbio de professores, instrutores e estudantes de instituições de ensino militar; participação de cursos práticos e teóricos, visitas a navios e aeronaves militares; e realização de eventos desportivos e culturais.

 

(Agência ABIPTI, com informações da Agência Senado)

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